Artista Juliana d Agostini aprova os Pianos Acústicos Fritz Dobbert
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Juliana D'Agostini

Recomenda Piano Fritz Dobbert

"A Fritz Dobbert para mim representa não apenas uma marca de pianos, mas também parte da minha história.

Desde o primeiro piano de armário que ganhei aos cinco anos a Fritz me acompanha e não decepciona.

Cada piano é feito artesanalmente, com cuidado e carinho especiais.

Vale a pena cada nota tocada!"

Foi com apenas cinco anos de idade que Juliana D´Agostini começou a estudar piano. Hoje, aos 25, é formada em piano pela Universidade de São Paulo (USP), no curso de bacharelado em piano sob a tutela de ninguém menos que Eduardo Monteiro. Fez também cursos de especialização na França, Académies Internationales d’Été du Grand Nancy e Strasbourg National Conservatoire, e nos EUA, sob a regência de Wha Kyung Byun, em Boston, de Caio Pagano, no Arizona e de Max Barros em Nova York.

Sua carreira é marcada pela disciplina e dedicação. Estuda oito horas por dia, e é comum escutá-la dizendo que quase não consegue encontrar tempo para sair. Mas como qualquer garota de sua idade, procura fazer um esforço para curtir com os amigos uma boa festa. Também não dispensa uma gafieira, um bom forró, ou aquele CD do Raul Seixas que fica no porta-luvas do carro.

A rotina à frente do piano de cauda que ocupa praticamente a sala inteira de sua mãe trouxe reconhecimento profissional: o maestro Julio Medaglia, por exemplo, e o crítico de música erudita Irineu Franco Perpétuo não economizam elogios ao seu trabalho. O resultado de tudo isso é uma agenda de apresentações bastante agitada. Mesmo com tão pouca idade, a artista já passou por importantes festivais de música clássica no Brasil e no exterior, como o Académies Internationales d’été du Grand Nancy 2009 (França) e o Festival Internacional Ex Toto Corde 2008 (Brasil).

Perfeccionista que é, foi estudar no exterior algumas vezes. Em paralelo à USP, Juliana participou, em 2007 e 2008, de cursos de piano de interpretação avançada na New England Conservatory of Music, em Boston, EUA, sob a regência de Wha Kyung Byun. Em 2009 frequentou a Academies Internationales d’ete Du Grand Nancy, na França, onde foi guiada por Amy Lin (do Conservatório Nacional de Strasbourg). Em 2010, passou pela Arizona State University, em Tempe, EUA, sob orientação de Caio Pagano, com bolsa concedida pela ASU Foundation.

Além disso, teve a honra de participar de master classes com conceituados pianistas de todo o mundo como: Laurent Durupt (Conservatoire de Paris 14th), Richard Raymond (McGill University, Canada), Marylin Frascone (France), Sergei Dukachev (National Academia of Arts in in UFA, Russia), Petr Jirikowsky (Conservatório de Praga), Cristina Ortiz, Gilberto Tinetti (Universidade de São Paulo), Jyeon Kang (Korea), Geoffrey Haydon (Georgia State University), e muitos outros.

Mas estudar música clássica lá fora é caro, ainda mais com os requisitados nomes listados acima. Para financiar os cursos no exterior, a pianista trabalhou como modelo, fotografando para revistas e editoriais de moda no Brasil e nos Estados Unidos.

O rosto bonito e o corpo escultural ajudaram a pagar os estudos, mas também serviram para gerar preconceito. No caminho que decidiu trilhar, ser loira de olhos verdes não significa um passaporte para o sucesso. Pelo contrário: muitas pessoas pensavam que a bela não poderia ser uma pianista qualificada porque “modelava”. Então ela teve que se esforçar muito mais. A resposta para aqueles que não acreditaram veio com o lançamento de seu primeiro CD “Chopin/Liszt”, em 2010. Como o nome diz, ela interpreta peças do húngaro Franz Liszt e do polonês Frédéric Chopin, compositores e pianistas do período romântico “e cuja execução requer técnica e sensibilidade, qualidades que não faltam a Juliana”, segundo a revista Veja. Esta e mais um turbilhão de ótimas críticas por muitos outros veículos consagraram-na como uma das mais surpreendentes revelações da música erudita nacional.

Em 2011, Juliana lançou o álbum “Juliana D’Agostini + Catalin Rotaru”, no qual o duo de piano e contrabaixo interpreta repertório que vai de Schubert a Villa-Lobos.

Em adição aos recitais e concertos, a musicista pesquisa a fundo a história e as obras de seus ídolos eruditos. Com uma bolsa de estudos, Juliana realizou pesquisas acadêmicas de iniciação científica com a ajuda do pianista e doutor Eduardo Monteiro. Como musicóloga, já trabalhou em sonatas de Ludwig Van Beethoven (1770 – 1827) e nos manuscritos do compositor brasileiro Henrique Oswald (1852-1931) – projeto que a levou para palestrar a respeito em congressos.

Não é por acaso que Juliana adquiriu um grande respeito no exigente universo da música erudita. Sua carreira coleciona prêmios adquiridos em importantes concursos de piano, como:

  • 2010 Seattle International Piano Competition – Collegiate Semi-finalists;
  • I OCAM – solista – 2º lugar (2009);
  • Bauru Atlanta Competition – 3º lugar (2008);
  • XIV Arnaldo Estrella National Piano Competition – 1º lugar (2006);
  • XIX Artlivre Piano Competition – 1º lugar (2006);
  • XV Souza Lima Piano Competition – 2º lugar (2006);
  • XVIII Artlivre Piano Competition – 3º lugar (2005);
  • IV OSBA young soloist competition – 1º lugar (2005);
  • XIII Arnaldo Estrella Piano Competition – menção honorária (2004).

Veja o que os nomes mais importantes da música erudita nacional já disseram sobre Juliana D´Agostini:

“Quando criei o Prelúdio, que é um programa de calouros para música clássica, pensei em estimular o surgimento de uma nova geração estudando música de concerto, em vários instrumentos. Minha grata surpresa foi ver que esta geração já existe. Juliana D’Agostini faz parte destes novos rebentos. Ela demonstra perfeito entrosamento com a técnica pianística, tem alto nível de interpretação e talento fora do comum. Com méritos, chegou à semifinal. Com certeza ela tem condições de fazer uma carreira muito bonita se continuar se dedicando, adquirindo maturidade. Ela pode apresentar um nova interpretação para o piano brasileiro”. – Júlio Medaglia, maestro

“Não deixe o preconceito se levar pelo rosto de modelo, ou por sua fala franca e juvenil; de ‘loraburra’ ela não tem nada, como mostra o difícil programa de seu disco de estreia, que ela defende com empenho e convicção” – Irineu Franco Perpétuo, crítico de música erudita da Folha de S.Paulo

“Juliana é extremamente rápida com os dedos. Além disso, é uma ótima intérprete: sabe reproduzir a graciosidade de Villa-Lobos e o peso de Bach.” – João Carlos Martins, maestro e pianista

“Juliana é minha aluna há muitos anos e tem apresentado uma evolução grande. Ela sempre foi talentosa, mas só essa qualidade não é suficiente. O mérito dela está neste desenvolvimento progressivo e na combinação de inteligência, beleza e sensibilidade, três características importantes. Dedicada, ela tem bastante personalidade e o mais importante é que continue determinada. Esta é uma área difícil por natureza”. – Eduardo Monteiro, professor e pianista.

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